Kimi Antonelli troca motor e vai largar do fundo do grid no GP da Itália

A Mercedes já havia adiantado, mas nesta quinta-feira confirmou que irá tocor o motor de Kimi Antonelli, e com isso o líder do campeonato vai largar no fundo grid do GP da Itália.

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A F1 confirmou nesta quinta-feira as trocas realizadas pela Mercedes no motor de Kimi Antonelli, líder da F1 2026. Com isso, o piloto de 20 anos perde posições no grid como punição por exceder o limite de peças, e vai largar no fundo do pelotão no GP da Itália deste fim de semana.

Depois do GP da Holanda, realizado em agosto, a Mercedes já havia anunciado que faria modificações no carro de Antonelli, consciente de punição. A decisão de cumprir a penalidade em Monza, corrida em casa para o italiano, levou em conta o fato de a pista ser a de maior velocidade média do campeonato e ter vários pontos de ultrapassagem – o que, na visão do time, facilita uma prova de recuperação

– Ficaria muito feliz se ganhasse! Isso, sem dúvida, tira um pouco da pressão, mas ainda assim vamos tentar tirar o máximo proveito do resultado. Realisticamente, podemos chegar entre os cinco primeiros, mas isso vai depender do nosso ritmo. Isso (ceder vácuo a George Russell) já foi discutido na equipe, então vamos ver como as sessões se desenrolam, mas se a equipe me pedir, eu farei isso. Não estou disputando a [pole], então, se puder fazer alguma coisa para ajudar, farei – declarou o italiano.

A unidade de potência de um carro da Fórmula 1 é composta por sete elementos: motor de combustão interna (ICE), unidade geradora de energia cinética (MGU-K), turbocompressor, bateria, exaustor, eletrônica de controle e o componente auxiliar (PU-ANC).

Há um limite de trocas para cada um desses componentes em cada carro durante a temporada. As mudanças que estejam dentro do limite não causam punições, mas as trocas fora do número estabelecido levam à perda de dez posições no grid – as penalidades são cumulativas, caso haja mais de uma alteração acima do teto na mesma corrida.

— Foto: Bernadett Szabo/Reuters

Embora esteja na liderança do campeonato de construtores, a Mercedes tem sofrido com problemas de confiabilidade na bateria desde o início do ano, seja no carro de Antonelli ou de George Russell.

No caso de Antonelli, o piloto terminou o GP da Holanda no limite das trocas no motor de combustão interna (4), exaustor (3), bateria (3) e eletrônica de controle (3). Com as mudanças confirmadas para a corrida em Monza, a Mercedes excedeu o limite em xxxxxx e xxxxxxx – o que levou ao total de XX posições perdidas.

Nos casos em que a soma das punições ultrapasse 15 posições perdidas, os pilotos precisam iniciar a prova no fim do grid, independentemente do número exato.

Com a punição, Antonelli terá uma tarefa dificílima para tentar quebrar o jejum de pilotos italianos no GP da Itália. A última vitória de um representante do país em casa aconteceu em 1966, quando Ludovico Scarfiotti conquistou a primeira e única vitória da carreira em Monza, com a Ferrari

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