Oliver Rowland vê Drugovich “muito rápido”, mas aponta maior dificuldade na Fórmula E

Atual campeão da Fórmula E, Oliver Rowland afirmou que Drugovich é "muito rápido", mas destaca que a adaptação e regularidade desafiam os jovens na categoria.

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Oliver Rowland elogiou o desempenho de Felipe Drugovich e dos jovens pilotos da Fórmula E após o eP de Mônaco. Atual campeão e vice-líder do campeonato, o piloto da Nissan afirmou que o brasileiro já demonstrou velocidade suficiente para competir em alto nível. Contudo, ponderou que a principal dificuldade enfrentada por ele, assim como por Pepe Martí e Taylor Barnard, ainda é alcançar consistência ao longo dos fins de semana.

Drugovich teve o primeiro grande brilho na Fórmula E em Mônaco, quando ficou em 4° na corrida 1 e subiu ao pódio na segunda prova. Martí também estreou no top-3 no sábado e já vinha conquistando bons resultados na primeira metade da temporada 2025/26.

Ao ser perguntado sobre o desempenho dos novatos, Rowland também citou Barnard e disse se impressionar com a velocidade dos pilotos da nova geração. Porém, apontou a consistência como maior dificuldade até o momento.

“Acredito firmemente que a Fórmula E é uma categoria muito difícil, mas, se você tiver talento e habilidade, pode se dar bem. Felipe mostrou ser muito rápido nas últimas provas, assim como Pepe desde o começo da temporada. Vimos que Taylor também foi muito veloz na temporada passada”, afirmou Rowland.

“Eles são muito rápidos, mas acredito que o que tem complicado a vida deles é encontrar consistência”, continuou.

Rowland ainda usou a própria trajetória como exemplo ao lembrar do início na Fórmula E. Segundo ele, foram necessários cerca de dois anos para atingir um nível consistente de desempenho, processo que considera natural diante da complexidade da categoria. Ainda assim, vê sinais positivos e acredita que Drugovich, Martí e Barnard têm potencial para evoluir rapidamente.

“Quando comecei na Fórmula E, me levou dois anos para ter desempenho consistente. Você tem de aceitar que alguns finais de semana vão ser mais difíceis, vai ter de gerenciar energia mais do que tentar ir ao limite”, disse.

“Eles já demonstram que pilotam em alto nível e vão poder desenvolver essa consistência. Esses jovens pilotos já chegam muito preparados”, encerrou.

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