A reunião para a aprovação do orçamento do Palmeiras para a temporada de 2026 foi palco de uma discussão acalorada entre a presidente Leila Pereira e o conselheiro José Corona Netto.
Críticas á gestão e contratações
Em sua argumentação, expressou completa discordância com a gestão atual, descrevendo-a como “perdulária” e “incompetente”. Ele apontou gastos de R$ 700 milhões em “jogadores medíocres”, além de R$ 300 milhões em luvas e salários.
Ele enfatizou um período de dois anos sem conquistas significativas, minimizando o campeonato Paulista como um “paulistinha. Para finalizar seu discurso, o conselheiro classificou um possível terceiro mandato da presidente como ” imoral” e ” amoral”.
O conselheiro também ressaltou a história centenária do Palmeiras, argumentando que o clube “não nasceu de 10 anos para cá” e que ” o Palmeiras é campeão há 100 anos”. Ele concluiu que “não foi a crefisa que descobriu o Palmeiras”, mas sim que ” foi o Palmeiras que fez a crefisa ser grande”.
Respostas de Leila Pereira e ameaça judicial
Leila Pereira reagiu a fala de Corona Netto, que se retirou da sala de reuniões. A presidente questionou a atitude do conselheiro, chamando-o de “covarde” por sair sem ouvir sua réplica e o rotulou como “fracassado”.
Leila defendeu a sua gestão, declarando ser a mais vitoriosa da história do Palmeiras, ela relembrou o cenário financeiro do clube antes do patrocínio da crefisa, afirmando que “a Crefisa veio para o Palmeiras quando o Palmeiras estava quebrado”.
A presidente também se posicionou, declarando “não ser uma mulher que fica quieta, que não toma atitude”. Ao final de sua fala, Leila ameaçou Corona Netto judicialmente pelas ofensas dirigidas a ela e á sua administração.












