Em junho de 2010, o Palmeiras comunicou a Samsung que romperia o contrato de patrocínio, válido até o fim de 2011, e voltaria a ser parceiro da FIAT. No segundo semestre daquele ano, a empresa moveu uma ação contra o Verdão por conta da quebra de contrato.
Em 2021, o Verdão foi punido, em primeira instância, em R$ 17,25 milhões por rescisão unilateral, quebra de confidencialidade e danos morais indiretos. Após recorrer em segunda instância, o valor foi reduzido à R$ 12,5 milhões sendo retirada a punição por danos morais indiretos. Por conta de juros e correção monetária, o montante da ação, em fevereiro de 2024, era de cerca de R$ 71 milhões.
Recurso do Palmeiras
O Palmeiras interpôs recurso especial contra o acórdão do Tribunal de Justiça do estado de São Paulo, chegando às vias do Superior Tribunal de Justiça, em Brasília, que marcou o julgamento do caso na Terceira Turma para o próximo dia 7 de abril, às 14 horas.
Procurado, o clube afirmou que não se manifestará sobre o caso neste momento.
Em entrevista dada no início de 2024, Leila Pereira falou sobre a situação envolvendo o processo entre Palmeiras e Samsung.
– No passado, numa gestão bem anterior, não a do Maurício Galiotte, a gestão de um ex-presidente do Palmeiras rescindiu um contrato unilateral, com a Samsung e nós temos o processo grande em virtude desse rompimento unilateral. Temos que ter muito cuidado e muita responsabilidade para que o Palmeiras não seja prejudicado – disse












