A gestão do presidente Marcelo Teixeira foi alvo de protestos na madrugada desta terça-feira (3) no Santos. Faixas com críticas ao mandatário e ao executivo de futebol Alexandre Mattos foram estendidas tanto na Vila Belmiro quanto no CT Rei Pelé, em um movimento que ganhou rápida repercussão nas redes sociais.
Entre os principais alvos das manifestações estiveram a venda de jovens talentos formados no clube, além dos debates sobre SAF e nova arena, tratados nas faixas como “cortinas de fumaça” diante da crise esportiva vivida pelo time. Contratações recentes também acabaram sendo citadas, como a do atacante Bilal Brahimi, que acabou emprestado ao futebol português após pouco espaço no elenco.
Outras mensagens questionaram o discurso recorrente de reconstrução adotado pela atual diretoria e cobraram maior engajamento da torcida que frequenta as cadeiras numeradas da Vila Belmiro. Os pedidos eram por mais apoio ao elenco e menos vaias durante as partidas.

Foto: Divulgação
Na segunda-feira (2), antes mesmo das manifestações, Marcelo Teixeira havia usado as redes sociais para negar que o Santos vive uma crise institucional. O presidente reconheceu o descontentamento da torcida com o desempenho da equipe. Contudo, pediu confiança no trabalho desenvolvido nos últimos dois anos. Além disso, reforçou a necessidade de união entre torcida e time, citando o apoio recebido na reta final do Campeonato Brasileiro da temporada passada.
A situação do Santos na temporada
Dentro de campo, o momento segue delicado. O Santos ocupa a 14ª colocação no Campeonato Paulista, com seis pontos, apenas uma posição acima da zona de rebaixamento. Além disso, o time estreou no Campeonato Brasileiro com derrota de virada para a Chapecoense, resultado que ampliou a pressão sobre a diretoria e a comissão técnica.












